quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Querida, a garota que você deixou para trás - Jojo Moyes

Duas garotas que de alguma forma foram deixadas para trás, com um quadro, literalmente. Todavia um quadro nunca é apenas um quadro.

Nossa vida é um quadro, que pintamos todos os dias, cada cor é uma escolha que fazemos, cada pincelada é um momento vivido. E nossa única preocupação com este quadro é ama lo!

Não precisa ter as cores mais bonitas, apenas aquelas que nos deixar alegres nem as pinceladas mais elaboradas, apenas aquelas que estivermos sentindo.

Nossa quadro deve ser como nós, deve refletir nossa alma, nosso coração, nossas paixões, deve ser um reflexo de quem somos. E deve ser admirado por nós mesmos.

O mais importante é gostar do que está pintando, é admirar, é sonhar, é sentir!
E ter a certeza de o mundo é mais bonito com o seu quadro.
Um quadro nunca é apenas um quadro.

Com amor,
Taís Caires



sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Querida, Uma Longa Jornada - Nicholas Sparks

E que essa nossa vida é uma longa jornada, não há dúvidas. Uma jornada repleta de surpresas, encontros e desencontros, alegrias e tristezas.

Ao longo desta jornada, adquirimos quadros de grandes pintores, livros clássicos em edições especiais, e adquirimos por amor. E cada uma desses objetos fazem parte da nossa jornada, da nossa memória, fazem parte daquilo que somos.

Uma pena que nem todos vejam dessa forma, e crêem que dinheiro ou poder é mais importante, que o amor que sentimos, que as lembranças que esses objetos trazem. Dando mais importância aos objetos e esquecendo qual o verdadeiro tesouro.

Desejo, assim como Ira, que todos possam um dia entender, que os objetos são valiosos pelas lembranças que trazem, e não quanto custam.

Que um dia todos possam entender que o verdadeiro tesouro é o amor que sentimos, são as lembranças que temos, ao fim da jornada são as únicas coisas que importam.

Que um dia todos entendam.

Com amor, Taís Caires

sábado, 30 de janeiro de 2016

Querido, A culpa é das estrelas, John Green

Todos nós somos como granadas e em algum momento iremos explodir de alguma forma ou sofreremos com a explosão de alguém que amamos. Essa explosão pode ser a morte, o abandono, uma promessa não cumprida. 

O que há em comum com essas explosões é a dor. 

Dor que precisa ser sentida, dor que classificamos com nota nove porque sabemos que somos mais fortes do que ela, ou queremos ser. Dor que vem para ensinar, para mudar, para transformar. 

Nenhuma dor é em vão, elas têm o objetivo de nos mostrar que somos mais fortes do que pensávamos, e costumam deixar uma cicatriz, nem sempre visível, mas que diz eu sobrevivi, fui mais forte que a dor.

Cada dor sentida nos ensina algo dentro de um pequeno infinito. E infinitas dores serão sentidas e todas deixarão uma marca que nos mostra nossa força e coragem.

Eu sou uma granada e já explodi algumas vezes. Já sofri com grandes explosões. E tenho algumas cicatrizes. E com tudo isso eu só descobri que sou mais forte do que imaginei, e que outras dores virão para me ensinar mais.

"Alguns infinitos são maiores que outros"

Com amor, Tais Caires